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title : "My Cyber-Space",

description : "O seu lugar de tecnologia",

author : "Victor Oliveira"

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segunda-feira, 7 de julho de 2008

Bio-robô serve para desentupir veias


Robôs capazes de entrar pelo corpo humano e corrigir problemas sem a necessidade de uma cirurgia são um sonho antigo que povoa o imaginário e toda a comunidade de ficção científica. Vários grupos de roboticistas ao redor do mundo têm levado essa tarefa a sério, com alguns progressos muito interessantes.

Cientistas japoneses apresentaram um robô que navega e faz cirurgia no interior do corpo humano. Já fora apresentados também conceitos como os de nanorobôs para a substituição do sangue humano até um bio-robô movimentado por células do coração. Mas os conceitos vão bem além e chegam até ao projeto de biocomputadores moleculares implantáveis que um dia poderão revolucionar a medicina.

Agora, cientistas da Universidade Chonnam, na Coréia do Sul, apresentaram um robô quase microscópico que é capaz de navegar pelas veias e artérias humanas e desentupí-las, um procedimento médico hoje feito por meio de uma técnica chamada cateterismo.

Houve uma diminuição de quase 50% em relação ao modelo anterior lançado pelos Japoneses. O Bio-robô agora mede 1 milímetro e se encaixa nessa categoria, não apenas por interagir com o corpo humano, mas também devido à forma como ele se movimenta.

O "bio-micro-robô" navega através das veias e artérias com a ajuda de seis pernas acionadas por músculos do coração crescidos artificialmente. Esse mecanismo de acionamento elimina a necessidade de baterias e de qualquer forma de alimentação externa, já que as células musculares alimentam-se naturalmente dos açúcares disponíveis no sangue.

Ao invés de um braço artificial, que seria complicado de construir, operar e, sobretudo, miniaturizar, além dos riscos de uma manipulação indevida nas paredes das veias e artérias, ao encontrar um entupimento ou estreitamento no vaso sangüíneo o robô libera um medicamento que dissolve o acúmulo que atrapalha a circulação normal do sangue.

fonte: Inovação Tecnológica

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Proteínas graváveis poderão ser usadas para armazenar dados

Bom pessoal, com esse início de semestre eu realmente estou sem tempo para escrever. Estou buscando concretizar alguns projetos meus e com isso o tempo para pesquisar e escrever para fica muito pequeno, mas para não deixar o blog e vocês sem informações, achei uma matéria sobre proteínas gravavéis muito interessante, e estou aqui colocando pra vocês. Enjoy.



Dispositivos bioeletrônicos

Nossos cérebros não usam campos magnéticos ou pontos quânticos para armazenar nossas memórias - pelo que demonstram as evidências coletadas pelos cientistas até hoje, nossos cérebros armazenam nossas memórias em proteínas.
Muito interessados em aproveitar a perfeição da máquina humana, pesquisadores japoneses agora deram os primeiros passos para utilizar proteínas para armazenar dados, uma pesquisa que poderá um dia permitir a substituição dos DVDs e cartões de memória por dispositivos bioeletrônicos.

Gravando dados em proteínas

A equipe do Dr. Tetsuro Majima utilizou uma proteína fluorescente para gravar um padrão específico de informações sobre uma lâmina de vidro. Utilizando uma combinação inovadora de luz e compostos químicos, os pesquisadores demonstraram que é possível ler e apagar os dados gravados pelas proteínas.
Esta é a primeira vez que se demonstra que um sistema inteiramente baseado em proteínas é capaz de fazer as três operações básicas para qualquer sistema de armazenamento digital de dados: escrever, ler e apagar.O estudo ainda é uma prova de conceito, que funciona apenas em escala laboratorial e de forma lenta. Mas os transistores também não nasceram rápidos e nem mesmo eram microscópicos.


fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br/

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

Segurança ou Invasão de privacidade?

O FBI (polícia federal americana) anunciará em breve a licitação de um contrato de 1 bilhão de dólares para estudos biométricos que possam ajudar na segurança dos cidadãos americanos.
A biometria é o estudo estatístico das características físicas ou comportamentais dos seres vivos. Recentemente este termo também foi associado a medida de características físicas ou comportamentais das pessoas como forma de identificá-las unicamente.
Hoje a biometria é usada na identificação criminal, controle de ponto, controle de acesso, etc. Os sistemas chamados biométricos podem basear seu funcionamento em características de diversas partes do corpo humano, por exemplo: os olhos, a palma da mão, as digitais do dedo, a retina ou íris dos olhos. A premissa em que se fundamentam é a de que cada indivíduo é único e possuí características físicas e de comportamento (a voz, a maneira de andar, etc.) distintas.
Com base nesse fundamento o FBI (polícia federal americana) anunciará um contrato de 1 bilhão de dólares para a criação de um gigantesco banco de dados das características dos cidadãos.
Esta iniciativa gerou preocupações entre os grupos defensores das liberdades civis sobre a privacidade dos cidadãos. Eles dizem que a licitação do contrato é o começo de uma sociedade vigiada, na qual qualquer um pode ser rastreado em qualquer lugar e em qualquer momento, e na qual todos os seus movimentos e possivelmente todas as suas atividades serão seguidas e anotadas.
O FBI já conta com 55 milhões de impressões digitais e nos próximos anos quer acrescentar dados sobre a palma das mãos, cicatrizes, tatuagens, características dos olhos e dos traços faciais das pessoas. A idéia é combinar várias peças de informação biométrica para conseguir identificar com mais possibilidades de acerto um potencial suspeito, ajudando na proteção dos cidadãos e proibindo a entrada de terroristas no país.

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Tecnologia móvel


Há quem diga que depois da roda o celular com câmera foi a melhor invenção de todos os tempos. (rs).
Nos dias de hoje a tecnologia que é investida aos celulares é surpreendente, nossos aparelhos, companheiros de cada dia, tão indispensáveis nessa era do informacionalismo vem cada vez mais equipados com todos os tipo de utilidades imagináveis: mp3's players, câmeras digitais, games, editores de textos, internet banda larga (G3), GPS e agora TV Digital.
É verdade os nossos amigos japas da Fujitsu começaram a comercializar no final de 2007 o seu aparelho com TV digital, o f904i. Como aqui no Brasil os celulares japoneses quase não existem, e fora do Japão ainda não se produz celulares que recebem o sinal digita essa novidade pode demorar a "bombar" por aqui.

Quando os celulares com TV digital estarão aqui? não se sabe ao certo. Talvez no primeiro semestre de 2008.

Qual será seu preço? considerando que não haverá subsídio das operadoras… cerca de uns 2.000 reais. O preço de uma TV de alta definição de 40/42".

Outra novidade no mundo dos celulares, é o novo equipamento que os cientistas do Instituto Fraunhofer na Alemanha, estão desenvolvendo.
Já pensou você assistindo o seu programa favorito no Celular e de repente a bateria descarrega, e agora?
Você simplesmente utiliza o calor de suas mãos para gerar energia e continuar assistindo seu programa favorito. Os portadores de marca-passos, então, não precisarão mais se preocupar com novas cirurgias para trocas das baterias de seus implantes.
O dispositivo utiliza os chamados materiais termoelétricos, que são capazes de extrair eletricidade das diferença de temperatura de dois objetos.
Esses materiais termoelétricos normalmente exigem uma diferença de várias dezenas de grau para gerar uma quantidade razoável de eletricidade. Mas a diferença de temperatura de nossas mãos e do ambiente externo mal chega a alguns poucos graus. Isto permite a geração de no máximo 200 milivolts, quando qualquer equipamento eletrônico exige pelo menos 1 ou 2 volts para funcionar.
A solução então foi refazer os circuitos eletrônicos, para que eles possam funcionar com menos energia. "Nós combinamos uma série de componentes em uma forma completamente nova para criar circuitos que podem operar com apenas 200 milivolts," diz o professor Peter Spies.Essa reivenção dos circuitos de potência permite agora a construção de inúmeros sistemas eletrônicos que poderão funcionar sem baterias. Os cientistas já conseguiram fabricar alguns protótipos que funcionam com apenas 50 milivolts.
Segundo o Dr. Spies, quando eles fizerem as alterações necessárias nos circuitos de chaveamento, será possível ter equipamentos eletrônicos funcionando a partir de uma diferença de temperatura de apenas 0,5 grau.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

Tela LCD em lentes de contato

Cientistas da Universidade de Washington, nos Estados Unidos, construíram o primeiro circuito eletrônico completamente funcional sobre uma lente de contato. O conjunto todo é considerado biologicamente compatível e já está sendo testado em coelhos. A foto mostra a "lente de contato eletrônica" colocada no olho de uma das cobaias.
As telas virtuais tem uma infinidade de aplicações, por exemplo, elas poderão ser utilizadas para mostrar informações ao mostorista de um carro, sem que ele desvie seu olhar da estrada, ou também para ler mensagens recebidas em seu celular.
"Olhando através da lente [quando totalmente pronta], você poderá ver que a imagem está sendo gerada superposta ao mundo lá fora", diz o pesquisador Babak Parviz.
As lentes que estão sendo testadas são transparentes, sem nenhum grau corretivo, mas os cientistas dizem que não há nenhum impedimento para que as lentes também sejam corretivas.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

Sinais cerebrais de um macaco nos EUA conseguem controlar robô no Japão

O neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis liderou uma equipe que fez com que um macaco controlasse, via sinais cerebrais, os movimentos de um robô. Com um detalhe: o símio estava nos EUA e o autômato, no Japão. A partir deste experimento, será possível desenvolver novos tipos de próteses para amputados e também aprimorar a coordenação motora de pacientes com paralisia.Segundo o site NewScientist, Nicolelis e seus pesquisadores - da Universidade de Duke, na Carolina do Norte - condicionaram macacos para que eles caminhassem em pé sobre uma esteira. No dia do teste, os cientistas implantaram eletrodos no cérebro do animal e passaram a monitorar a atividade de seus neurônios, ao mesmo tempo em que o símio caminhava na esteira. Os sinais cerebrais correspondentes aos movimentos das pernas foram decodificados - com precisão de cerca de 90% - e gravados.

A partir daí, todas as informações foram enviadas - via Internet banda larga - do laboratório da universidade, nos EUA, para o robô que leva o nome de CBi (Computational Brain Interface), que está instalado em um laboratório em Kyoto, no Japão. Por meio de um link de vídeo, o macaco conseguia visualizar o robô e, caminhando, também conseguia fazer o autômato repetir o movimento. Em certo momento, a esteira foi desligada, mas, mesmo assim, o cérebro do macaco manteve o robô andando durante, aproximadamente, três minutos. A partir destes resultados, Nicolelis e sua equipe esperam enviar sinais mais complexos ao cérebro dos macacos, para criar um leque maior de movimentos. Em até dois anos, os cientistas esperam descobrir se os experimentos podem ser reproduzidos também em seres humanos. Em caso afirmativo, esse será um belo passo para o controle remoto de uma infinidade de dispositivos. Para ter uma idéia melhor de como foi a experiência de Nicolelis, é só clicar no link do vídeo abaixo: